E este blog também...
Infelizmente não vou conseguir dar continuidade a este blog.
Foram 2 anos de muita partilha de informação e interacção...!
Muito obrigada pela vossa companhia...
No entanto o blog vai ficar no ar assim como está para quem quiser aceder à informação aqui arquivada que pode com certeza ajudar muita gente.
Um bem haja a todos.
Tudo tem um fim...
|Expo Mamã, Bebé & Criança decorre este fim-de-semana
Em: Eventos |Iniciativa apresenta expositores, desfiles e workshops
É já nos dias 12 e 13 de Setembro que a cidade de Braga vai acolher a 3ª edição da Expo Mamã, Bebé & Criança, um evento dedicado a grávidas, pais, bebés e crianças.
Cerca de 30 expositores estarão à disposição do público, abrangendo empresas ligadas ao vestuário para grávidas, bebés e crianças, produtos de higiene e cosmética, mobiliário infantil, decoração, laboratórios de criopreservação, acessórios, brinquedos, produtos alimentares e animação.
A responsabilidade dos desfiles está a cargo do patrocinador oficial, o El Corte Inglés Gaia, que realizará três desfiles de moda, dois no sábado e um no domingo, onde serão apresentadas as colecções Outono/Inverno 09/10 para mamãs, bebés e crianças.
Para além da vertente de exposição, este evento é também um local onde os visitantes podem aprender a tirar as suas dúvidas com profissionais da área, através dos vários workshops e palestras realizados nos dois dias. Este ano o programa prevê, entre outros, a educação pré-natal, técnicas naturais para alívio da dor de trabalho de parto; epidural e cesariana: os seus efeitos secundários na relação entre mãe e bebé, células estaminais do sangue do cordão umbilical: o que são e para que servem; engravidar após os 40 anos; medicinas alternativas durante a dravidez - acupunctura, reiki, yoga e homeopatia.
Para as crianças, a infraestrutura da feira está planeada para fazer com que a visita seja também divertida. Para isso, o evento possui uma área de recreação infantil, com vários insufláveis, entre eles, o fute-bola, o wrestlemania e um escorrega gigante, e diversas actividades, nomeadamente, pinturas faciais, magia, karaoke, ateliers de origami, pintura de t-shirts, palhaços e modelagem de balões.
As duas grandes novidades deste ano são a presença da boneca Hello Kitty nos dois dias do certame às 11h00, 15h00 e 18h00, e da cidade LEGO construída pela Plug - Associação Portuguesa de Utilizadores de Lego, para que possa ser apreciada por todos os que gostam desta modalidade.
Para saber mais, clique AQUI.
Bebés acima dos seis meses com problemas de saúde e grávidas vacinados contra Gripe A
Em: Saúde Bebé, Saúde Criança, Saúde grávida |
Comité de Segurança da Saúde da UE emite declaração sobre os grupos prioritários para a vacinação
Os indivíduos acima dos seis meses com doenças crónicas (respiratórias, cardiovasculares e imunodeficiência) deverão integrar o grupo prioritário de vacinação contra a gripe A H1N1. Deste grupo fazem também parte as mulhres grávidas e os funcionários que prestam cuidados de saúde.
O Comité de Segurança da Saúde da UE e as autoridades de alerta e resposta rápida adoptaram uma declaração proposta pela Comissão Europeia que define uma abordagem comum europeia para a identificação de grupos-alvo e prioritários para a vacinação contra a gripe A H1N1.
Quando este primeiro grupo prioritário for vacinado, prosseguir-se-à para a restante população, divulga a Comissão Europeia em comunicado.
Segundo a declaração, cabe a cada Estado-membro desenvolver a estratégia de vacinação. Para saber mais, clique AQUI.
Debate sobre a gravidez e o parto
Em: Gravidez, Parto |
O espaço Brahmi, na Parede, vai realizar o encontro "Vivência Holística da Gravidez e do Parto" destinado a casais e grávidas, nos próximos das 12, 13, 18 e 19 de Setembro.
O objectivo da iniciativa é proporcionar aos participantes uma visão holística da gravidez, em que todos os aspectos pré-natal e relacionados com o parto são abordados sob um ponto de vista natural e humano.
Para lá dos conteúdos teóricos sobre a Gravidez,como o Parto, o Pós-Parto e Amamentação e os Cuidados com o Bebé, o encontro abordará também as técnicas de Yoga (posturas físicas, exercícios de respiração), técnicas de relaxamento, meditação, dança e massagem.
Amniocentese pode ter os dias contados
Em: Gravidez |Nova técnica não invasiva poderá substituir a amniocentese.
A amniocentese é uma técnica realizada em grávidas a partir dos 35 anos, que consiste em retirar uma amostra do líquido amniótico para detectar malformações genéticas como a síndrome de Down ou outras alterações cromossómicas. Sendo um método invasivo acarreta riscos variados para o bebé, chegando a provocar aborto em 1% dos casos.
Uma análise ao sangue da mãe, que contém pequenos fragmentos de ADN do bebé, rápida, segura e não invasiva, pode vir a ser no futuro a alternativa à amniocentese para detectar malformações no feto.
O Departamento de Saúde do Reino Unido investiu quase 2,4 milhões de euros para investigar a nova tecnologia, que os investigadores acreditam poder estar disponível nos serviços de saúde, dentro de três ou cinco anos.
O Reino Unido não é o único país a investir na investigação desta nova técnica. Também os Estados Unidos, a França, a China e a Espanha estão a fazer ensaios já bastante avançados.
Como é uma técnica não invasiva pode ser feita logo nas primeiras seis a oito semanas de gestação, oferecendo aos pais mais tempo para decidirem se avançam ou não com a gravidez
SOS férias
Em: Crianças |
Evite os perigos que estão à espreita dos mais pequenos
As férias são sinónimo de descanso, brincadeiras e muita animação.
Para que tudo corra na perfeição e se evitem erros que podem ser fatais, é necessário estar consciente das armadilhas que uns dias na praia ou na piscina podem esconder.
Com a ajuda da APSI (Associação para a Promoção da Segurança Infantil) e os conselhos de uma pediatra, a saber viver ajuda-a a prevenir os principais acidentes infantis.
Em viagem
Antes de partir, certifique-se de que a cadeirinha do seu filho respeita as normas de segurança (o uso da cadeira infantil é obrigatório até aos 12 anos de idade e/ou 1,50 m de estatura) e que todos colocam o cinto, mesmo no banco traseiro.
«Para além de uma condução consciente, é importante definirmos regras de comportamento para os mais pequenos», refere Helena Botte, responsável da APSI, adiantando que «a utilização de cadeiras adaptadas à idade, tamanho e peso da criança são a única forma de a proteger em viagens de carro. Em caso algum (fome, birras, cansaço...) a criança deve ser retirada da sua cadeira com o carro em andamento, pois no futuro torna-se mais difícil a aceitação deste dispositivo de segurança».
Durante a viagem, a pediatra Ana Margarida Neves aconselha ainda a fazer «paragens de duas em duas horas e a reforçar a ingestão de líquidos».
Alojamento
Segundo Helena Botte, «antes da escolha de uma casa ou hotel, tente saber mais informações, nomeadamente ao nível da segurança». Chegados ao destino, o reconhecimento do local e espaços envolventes é uma prioridade.
Veja se há piscina, poços, tanques, rios, lagoas, arrecadações, linhas de comboio, estradas ou cães à solta, por exemplo. Dentro de casa, verifique o tipo de protecção das varandas e escadas, bem como se há tomadas expostas.
É também muito importante saber onde encontrar apoio médico e «reunir os contactos de determinados serviços, como os bombeiros, o centro de saúde e o Serviço de Urgência Hospitalar mais próximo», sugere.
Praia
Ao contrário do que se possa pensar, os pais estão alerta para os riscos da água quando vão à praia.
Os casos de afogamento são mais frequentes «em ambientes construídos, como piscinas, poços, tanques, banheira e alguidar», refere Helena Botte. Contudo, na praia outras preocupações não podem ser descuradas.
«Para além de evitar as horas de maior calor, é importante usar um filtro solar de alta protecção», defende Ana Margarida Neves. A pediatra alerta ainda para as necessidades alimentares.
«As crianças devem comer a cada duas horas, preferencialmente iogurtes com bífidos e gelados de leite para regularizar o aparelho intestinal, afectado neste período. Devem beber água e evitar alimentos mal acondicionados ou contendo maionese e cremes».
Na piscina
Aparentemente inofensivas, as piscinas insufláveis são perigosas, pelas grandes dimensões e bordos flexíveis, e exigem vigilância permanente. «A cabeça de uma criança com nove meses pesa 25 por cento do peso total do corpo, o que provoca desequilíbrios com risco elevado de afogamento, quando se debruça para a água», alerta a responsável da APSI.
As piscinas familiares devem ter vedação (não escalável e com altura mínima de 110 centímetros) e um portão que abra para o exterior, de fecho automático, cujo trinco seja de difícil acesso às crianças.
Nas piscinas colectivas certifique-se de que existem nadadores-salvadores, equipamento de salvamento e que o acesso é vedado quando estão sem vigilância. Uma vez na água os mais pequenos devem usar sempre braçadeiras, aprovadas para a sua idade e peso, com duas câmaras-de-ar e válvula anti-esvaziamento.
Texto: Raquel Pires com Helena Sacadura Botte (secretária-geral da APSI) e Ana Margarida Neves (pediatra)
Escolher o sexo do bebé
Em: Gravidez |Para acalmar os ânimos por causa da famosa tabela...
Se querem tentar escolher o sexo do bebé, este é o método mais indicado, pois é o único que tem argumentos ciêntificos. A tabela e outros tais, não passam de mitos, pelo que devem ser levados como brincadeira e não a sério...
O Raciocínio:
O espermatozóide é quem determina o sexo do bebê.
Como "fazer" Menina:
Para "fazer menina", deve-se exterminar os espermatozóides masculinos. A relação sexual deve acontecer 2 ou 3 dias antes da ovulação (a ovulação acontece geralmente 14 dias antes da próxima menstruação prevista para quem tem um ciclo regulado). Dessa forma, os esperamatozóides masculinos já não estarão mais vivos.
A mulher deve evitar o orgasmo para não aumentar a secreção vaginal alcalina que pode dificultar a chegada dos espermatozóides.
A penetração não deve ser profunda no momento da ejaculação, já que o espermatozóide feminino se move lentamente e vive mais.
A penetração deve ser com homem por trás da mulher, para que o esperma se deposite longe do colo uterino.
A relação deve ser o mais próximo da ovulação, sendo evitadas relações no início do ciclo menstrual.
O orgasmo da mulher deve ser antes ou junto com o do marido. Deve-se exagerar nas preliminares, já que, pela teoria do esperma, o cromossomo masculino deve ser mais veloz e menos resistente, devendo ter um meio vaginal menos ácido.
A penetração deve ser profunda no momento da ejaculação, e a posição sexual deve ser do homem sobre a mulher.
A dieta hipocalórica na semana, ou seja, pobre em carboidratos, evitando-se principalmente os doces, exagerando-se nas saladas.
Por outro lado, se a relação sexual ocorrer próxima à ovulação, o espermatozóide portador do cromossomo Y - por ser mais rápido -, tem maior chance de penetrar o óvulo, originando, portanto, um feto do sexo masculino Y + X = XY.
Semana Mundial da Amamentação decorre de 01 a 09 de Agosto
Em: Amamentação, Notícias |
Entre os dias 01 a 09 de Agosto, decorre a Semana Mundial da Amamentação. O objectivo é reforçar a consciência da necessidade e da importância de amamentar, bem como incentivar a criação de condições de excelência para apoiar a mulher.
Esta semana é comemorada desde 1992 por iniciativa da World Alliance for Breastfeeding Action, com o objectivo de difundir o aleitamento materno como veículo de saúde e bem-estar.
No decorrer dessa semana, o Hospital de Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, realiza uma exposição dedicada à Semana Mundial da Amamentação. A exposição, composta por 18 cartazes, é promovida pelo Serviço de Obstetrícia, Bloco de Partos e Unidade de Neonatologia do Hospital do Barreiro.
Segundo informação divulgada no site do hospital, o leite materno contém todos os nutrientes que o bebé precisa. A Organização Mundial de Saúde e a UNICEF preconizam o aleitamento materno exclusivo desde o nascimento até aos 6 meses de idade, e a manutenção, com alimentos complementares, até aos 2 anos de idade ou mais.
O leite materno é consensualmente considerado como o melhor alimento para as crianças, pelas suas características únicas, tanto nutricionais como imunológicas, sendo ainda promotor do desenvolvimento da vinculação afectiva, necessária à sua maturação neuro-comportamental.
PS propõe 200 euros em conta poupança por cada nascimento para incentivar natalidade
Em: Notícias |O programa eleitorial que hoje o Partido Socialista apresenta propõe a criação de um subsídio de 200 euros para cada criança nascida em Portugal, que seriam depositados numa conta a prazo e que só poderiam ser mexidos quando a criança completasse os 18 anos.
Segundo a edição de hoje do Jornal de Notícias, a conta, que teria um juro idêntico ao das contas jovens, a prazo, actualmente existentes no mercado, seria um incentivo à natalidade e à poupança e uma ajuda para que os jovens, chegados à idade adulta, tivessem um incentivo, explicou à TSF o porta-voz do partido João Tiago Silveira. Os pais poderiam fazer depósitos ao longo dos anos, gozando das mesmas deduções fiscais das contas poupança reforma.
Segundo o JN, esta foi uma das últimas medidas acordadas para integrar o programa eleitoral do Governo, depois de ouvidos membros da sociedade civil. O programa “Avançar Portugal 2009-2013”, será hoje apresentado em mais uma sessão das Novas Fronteiras, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, pelas 19h00.
O JN adianta ainda que este tipo de iniciativa tem sido adoptada por muitos países europeus para combater a baixa dos índices de natalidade. Mas com valores diferentes. O Governo de Zapatero, em Espanha, também socialista, anunciou em 2007 um subsídio de 2500 euros por cada nascimento.
A Deco analisou esta medida e concluiu, segundo este jornal diário, que daqui a 18 anos, o depósito a prazo de 200 euros renderá o dobro, ou seja, o jovem contará com pouco mais de 500 euros ao chegar aos 18 anos.
Como escolher os primeiros sapatos?
Em: Bebé, Desenvolvimento, Etapas |Com bom tempo deixe o seu filho andar descalço, mesmo fora de casa, em superfícies que o permitam, como relva, areia ou um deck de maderia. Mas chega uma altura em que é mesmo preciso calçá-lo porque já gosta de ir para o chão, na rua.O melhor calçado para quem está a dar os primeiros passos é nenhum. Todos os especialistas aconselham os pais a deixar as crianças descalças o máximo possível. Podem andar com meias anti-derrapantes, se estiver frio. O pé fica assim livre, deselvolve-se melhor e o bebé tem mais segurança.
Na escolha dos primeiros sapatos importa ter em atenção vários aspectos:
Grávidas com mais desejo
Em: Gravidez |Em estudo realizado no Brasil pelo site BabyCenter revela que a gravidez, afinal, pode fazer aumentar o desejo sexual. 55 por cento das grávidas respondeu que sentiu mais vontade de ter sexo, em algum momento da gravidez ou durante o tempo todo, do que antes de engravidar. 57 por cento afirmou sentir um aumento no desejo, em especial no segundo trimestre de gravidez.
O estudo baseou-se num inquérito on-line ao qual responderam 1793 pessoas, 307 das quais estavam à espera de bebé. 66 por cento dos inquiridos afirmou que a vida sexual melhorou ou se manteve igual durante a gravidez e para 29% os orgasmos tornaram-se mais intensos. 47 por cento não notou alterações na intensidade dos orgasmos.o orgasmo se tornou mais difícil de atingir. Este número pode ser explicado não só pelos bloqueios psicológicos a nível sexual que a gravidez traz a alguns homens e mulheres, mas também pelo aumento da irrigação sanguínea na área genital, que provoca hipersensibilidade a algumas mulheres.
As mulheres que responderam ao inquérito deixaram comentários interessantes e muito íntimos, uma vez que as respostas eram anónimas. Muitas referiram que a gravidez tem muitas vantagens e por isso é de aproveitar: as mamas maiores, o aumento do fluxo sanguíneo na região pélvica, o estímulo para procurar novas posições.
Nem sempre as mudanças são boas
Para 12 por cento das mulheres que responderam ao inquérito, o deseconforto físico gerado pela gravidez inibe o desejo sexual e 10 por cento afirma mesmo que durante a gravidez a sua libido desapareceu por completo.
15 por cento das mulheres refere também ter sentido que os seus companheiros não queriam tanto sexo por passarem a vê-las como mães ou por se sentirem menos atraídos por elas devido às mudanças físicas.
Por seu lado, 18 por cento dos homens reclama que elas passaram a ter menos desejo sexual e 36 por cento afirma ter menos sexo durante a gravidez devido ao medo de prejudicar o bebé. Também 19 por cento das mulheres afirmou sentir este receio.
O que dizem os médicos
A actividade sexual não tem qualquer contra-indicação médica numa gravidez saudável. Pelo contrário, uma vida sexual activa e prezerosa aumenta o bem-estar da mãe e torna a relação do casal mais próxima, o que só tem vantagens para o bebé.
Por isso, não vale a pena ter receios a esse nível. Tudo o que der prazer será benéfico.
Em caso de gravidez de risco ou algum problema de saúde, o obstetra deverá aconselhar o casal quanto aos cuidados a ter em relação ao sexo.
Filho mais velho sofre mais pressão
Em: Família | A ordem do nascimento é relevante? Se os pais acreditam que é, será. Qual será o mais bem sucedido na escola? Pais dentificam-se mais com filho mais velho Qual será mais propenso a depressão e ansiedade? O site netmums.com realizou um inquérito sobre a ordem do nascimento (posição na família em relação aos irmãos) e como esse factor influencia ou não a personalidade, o comportamento e o desempenho escolar das crianças. Cerca de 10 mil mães responderam às perguntas e, sendo uma amostra tão alargada, vale a pena olhar para os resultados:
77 por cento acredita que a ordem do nascimento tem influência na formação de uma pessoa. Apenas 23 por cento considera que tal factor não é relevante. Se agimos em função do que acreditamos, é possível que esta convicção das mães acabe mesmo por tornar real ou mais preponderante a influência deste factor. A forma como nos relacionamos com a criança mais velha, com a do meio, com a mais nova, as expectativas que formamos em relação a elas é que são determinantes. Se as formamos de acordo com a ordem de nascimento, então este será um factor determinante.
35 por cento das mães respondeu que será o filho mais velho. Seis por cento considera que será o do meio, e 15 por cento pensa que o mais novo terá mais sucesso na escola. 44 por cento das inquiridas respondeu que não sabe.
Outros estudos demonstraram que o filho mais velho tende a ter um QI mais elevado do que os irmãos. A teoria mais amplamente aceite relaciona esta tendência com o facto de os pais passarem mais tempo com o mais velho nos primeiros anos, quando ainda é filho único.
Mas se a expectativa dos pais é tão diferente em relação aos filhos mais velhos, é de admitir que este seja também um factor determinante para o sucesso escolar. Os pais acabam por pressionar mais os primeiros filhos no sentido de terem boas notas, investindo mais nesse objectivo
À pergunta «Com qual dos seus filhos se identifica mais?», 39 por cento das mães respondeu «com o filho mais velho». Apenas sete por cento se identifica mais com o do meio e 16 por cento identifica-se mais com o mais novo. 38 por cento não consegue decirdir-se. Esta maior identificação com o filho mais velho pode justificar as maiores expectativas em relação ao seu sucesso. Projectar as suas aspirações no primeiro filho é frequente.
Não é difícil adivinhar: 45 por cento das mães respondeu «o filho mais velho». Para o do meio vão as maiores preocupações de sete por cento das mães e para o mais novo de seis por cento. 42 por cento não sabe, não faz ideia.
As maiores expectativas que temos em relação aos mais velhos, a maior pressão que fazemos no sentido de eles serem os melhores, poderão torná-los mais susceptíveis a depressão e ansiedade? Revelou-se, pelo menos, que os pais acreditam que sim.
Qual será o mais feliz?
Para 35 por cento das mães, o adulto mais feliz será o filho mais novo. Apenas sete por cento acredita que o mais velho será mais feliz do que os outros, percentagem idêntica para o filho do meio. 51 por cento não dá palpites.
Os filhos mais novos não estão sujeitos a tanta pressão na infância, por isso os pais acreditam que podem ser mais felizes. Ou seja, se os mais velhos ganham em inteligência e sucesso, os mais novos ganham em felicidade. Pelo menos, são essas as expectativas dos pais. Os do meio, como sempre, nem uma coisa nem outra.
IOL MÃE
Nascimentos
Em: Nascimentos |
23 de Maio
2.790kg , 47.5cm
VERA
8 de Junho
3,5 kg , 51,5cm
AFONSO
30 de Maio
3.570 Kg e 48,5cm
J.
13 de Junho
3.234kg , 49cm
SALVADOR
5 de Junho
2.660 kg , 44.5cm
JOÃO MIGUEL
1 de Junho
3.250kg , 50 cm
SANTIAGO
13 de Junho
3.720kg , 53cm
MATILDE
30 de Maio
3.200
RODRIGO
18 de Junho
3.310 kg , 50.5 cm
GABRIEL
26 de Junho
4.380kg , 53.5 cm
MATILDE
27 de Junho
2.840kg , 50 cm
MATILDE
7 de Julho
3.045 kg
Pronto para deixar a fralda?
Em: Criança, Desenvolvimento, Desfralde, Etapas |Mas, nesta como noutras questões, é preciso dar tempo ao tempo. E se não podemos nem devemos forçar uma criança a comer ou a dormir, também não podemos nem devemos forçá-la a fazer chichi e cocó quando queremos e onde queremos. Terry Brazelton, o mais conceituado pediatra da actualidade, alerta os pais para a importância de esperar que a criança esteja pronta. O seu método centra-se na criança, ou seja, é ela que tem de ser a protagonista e não os pais. Na sua opinião, tal nunca deve acontecer antes dos dois anos de idade. Existem certamente crianças que conseguem deixar as fraldas com sucesso mais cedo, mas ao tentar-se mais cedo, com a generalidade das crianças, estamos a sujeitar muitas delas a um mal-estar psicológico não negligenciável: «Quando as crianças são pressionadas antes de estarem preparadas para serem bem-sucedidas, os insucessos resultam em problemas sérios como a retenção das fezes, a incontinência fecal ou a enurese nocturna» (A Criança e a Higiene, de T. Berry Brazelton e Joshua D. Sparrow, Presença). O importante será então, na opinião de Brazelton, ter a certeza que a criança está preparada e permitir que esta seja uma conquista sua e não uma imposição dos pais. Para tal, é preciso esperar que surjam os primeiros sinais que revelam a maturidade necessária por parte da criança. Para ele, os mais importantes são: já não querer estar sempre de pé e a andar de um lado para o outro; a linguagem estar bastante desenvolvida; saber dizer Não; saber pôr as coisas no sítio certo; começar a imitar os pais e irmãos mais velhos; começar a manter-se seca durante uma ou duas horas; fazer cocó a horas certas; estar a conquistar a consciência do seu corpo. Deixar as fraldas depende de aspectos fisiológicos, mas também cognitivos, psicológicos e emocionais. Assim, deverá avaliar, separadamente, alguns parâmetros do desenvolvimento do seu filho, para perceber se ele estará pronto para mais este grande passo. Aspectos fisiológicos e de motricidade Nesta fase ainda não terão capacidade para «adiar» o processo, mas esse reconhecimento dos sinais que o nosso corpo dá é muito importante neste processo. Só depois desta fase estará disponível para outras conquistas, ao nível da motricidade fina, conquistas essas que são importantes na hora de deixar as fraldas. A coordenação motora que lhe permite despir-se, tirar a sua fralda, baixar e levantar as cuecas é outro sinal de que está pronta para deixar as fraldas. Desenvolvimento cognitivo e linguagem Aprender a controlar dos esfíncteres e aceitar que terá de ir sempre, várias vezes por dia, ao bacio ou à sanita exige, portanto, maturidade a nível cognitivo e de maturidade psicológica. É preciso que a criança tenha já capacidade de abstracção e pensamento simbólico, capacidade de resolver problemas e de memorizar. Dizer «eu faço», «eu consigo», «eu sozinho» revelam que a criança está no bom caminho na conquista da independência e que se vai sentir orgulhosa por conseguir ultrapassar com sucesso mais esta importante etapa do seu desenvolvimento. Fazer fora do sítio só pelo prazer de contrariar é sempre uma opção «divertida». Se o seu filho está no auge desta fase, o melhor é esperar que passe. Largar as fraldas não pode ser mais um ponto de discórdia, mas sim uma conquista positiva. A consciência social é também um ponto prévio importante. Ou seja, a vontade de fazer como os outros e de ser crescido. É por isso que crianças com irmãos mais velhos têm tendência a deixar as fraldas mais cedo. Tal como é mais fácil uma criança cooperar quando está na creche e distrair-se quando está em casa. Na creche Brazelton alerta para a importância desta sintonia: «Qualquer inconsistência provoca confusão na criança. (...) É essencial que conversem sobre os passos a dar para alcançar o sucesso da criança nesta fase» (A Criança e a Higiene, de T. Berry Brazelton e Joshua D. Sparrow, Presença). A tendência actual é para que as crianças deixem de usar fraldas cada vez mais tarde. Rita trabalha há 13 anos com crianças com idades entre os 12 meses e os três anos e afirma que, quando começou, as crianças não usavam fralda até tão tarde: «Sabemos que aos dois anos, em média estão preparadas para este passo, as meninas até um pouco mais cedo. Mas hoje adia-se muito para além disso, penso que devido à falta de disponibilidade dos pais. Este é um processo que exige tempo e paciência, coisas que os pais têm cada vez menos. Nota-se um ritmo cada vez mais alucinado na vida familiar. Isso condiciona muito as crianças». - que tenham muita paciência - que «acertem agulhas» em caso de divórcio. Haver regras diferentes em casa da mãe e do pai dificulta o processo e baralha muito as crianças. - nunca repreender a criança por uma distracção. Estar preparado para a ocorrência de «acidentes». Estes fazem parte do processo. Repreensões e humilhações podem fazer com que a criança se recuse a colaborar e deixe de querer andar sem fralda. - nunca forçar uma criança a estar sentada no bacio. Se a criança parece preparada, mas depois o processo se torna muito complicado, se ela se recusa, se faz constantemente chichi no chão adiar por algum tempo nova tentativa. - não cair na tentação de fazer comparações com outras crianças. Cada criança é única. O seu filho está pronto? Ao nível do desenvolvimento fisiológico e motor - a criança demonstra estar consciente das suas necessidades, antes de fazer: agachando-se, escondendo-se Ao nível do desenvolvimento cognitivo e linguagem - domina o vocabulário envolvido no processo de deixara as fraldas (depende de cada família encontrar as palavras mais confortáveis para o efeito) A nível emocional e social - demonstra desejo de agradar aos paisComo em tudo o que ao desenvolvimento infantil diz respeito, não há uma data fixa para deixar de usar fraldas. «Cada criança tem o seu ritmo» é um chavão que os pais já ouviram vezes sem conta, mas que nem sempre interiorizaram. E por isso ficam preocupados se os filhos dos amigos conseguem atingir esta, como outras etapas, antes do seu.
Estes sete sinais eleitos por Brazelton como essenciais revelam que o controlo dos esfíncteres, ou seja, aprender a reter durante algum tempo o chichi e o cocó, é uma capacidade complexa e que está relacionada com uma série de outras aquisições.
Os músculos dos esfíncteres (genital e anal) têm de ter atingido maturidade suficiente de modo a permitirem que a criança «aguente» algum tempo entre sentir que têm vontade de ir à casa de banho e estar a postos para fazer chichi ou cocó. Essa maturidade muscular acontece algures entre os 12 e os 24 meses, segundo a Sociedade Americana de Pediatria.
Mais tarde, os esfíncteres atingem a maturidade que permite à criança reter por algum tempo chichis e cocós. Este processo tem uma sequência: primeiro, a criança deixa de fazer cocó durante a noite, depois consegue controlar chichi e cocó durante o dia e, por fim, consegue deixar de fazer chichi também durante a noite.
O facto de a criança manter a fralda seca durante períodos cada vez maiores - algumas horas - e até de acordar por vezes da sesta sem ter feito chichi durante o sono são sinais de que, fisiologicamente estará pronta para iniciar o processo de deixar as fraldas.
Mais tarde, quando começar a acordar de manhã com a fralda seca, é o sinal de que já consegue também deixar de fazer chichi durante a noite.
Após começar a andar, por volta dos 12 meses, a criança não pára. Quer estar sempre em pé, como diz Brazelton. Mas quer também correr e testar a sua nova habilidade e todos os seus limites.
A descoberta do corpo é fundamental para conseguir dispensar as fraldas. A criança começa a mostrar curiosidade sobre os seus órgãos genitais e outras partes do corpo, percebe as suas funções, nomeia-os, gosta de jogos que envolvam o seu corpo.
Estar pronta para o grande passo significa que ela tem de conseguir associar uma sensação que o corpo lhe envia a uma resposta apropriada e complexa pois é-lhe exigido várias coisas ao mesmo tempo: contrair os esfíncteres de forma a reter algum tempo o chichi ou cocó (assim que sente vontade de fazer), avisar um adulto que precisa de ir à casa de banho, ir até lá, esperar que a dispam e sentem na sanita ou bacio, e só então descontrair os músculos de forma a fazer chichi ou cocó onde é suposto. É preciso concentração!
O seu filho tem também de perceber tudo o que lhe diz e saber comunicar quando tem vontade. Só assim poderá entender todos os passos do processo. Apreender o vocabulário envolvido é um passo prévio que não deverá descurar.
Tal como andar ou falar, ir à casa de banho parece muito fácil para quem o fez toda a vida, mas não podemos esquecer que a experiência de toda a vida de uma criança de dois anos é fazer chichi e cocó na fralda. É não ter de se preocupar com isso nem ter de interromper nenhuma actividade para tratar desse assunto.
Auto-domínio e desejo de agradar aos pais são ingredientes não menos importantes em todo este processo. O desejo de fazer sozinho, de dominar certas actividades são bons indicadores de maturidade.
É claro que esta é também a «idade do Não», ou seja, a criança está a afirmar-se enquanto dona e senhora da sua vontade, por oposição à vontade dos pais. Isso pode dificultar o processo de deixar as fraldas, pois se a criança percebe que os pais fazem muita questão pode marcar a sua posição recusando-se a colaborar.
O temperamento da criança também interfere nesta questão. Uma criança demasiado sensível ao toque pode demorar mais algum tempo até estar disposta a sentar-se, sem fralda, numa superfície fria. Uma criança demasiado activa pode ter dificuldade em estar sentada quieta no bacio. Neste caso, pode ser útil a brincadeira de pôr primeiro o boneco preferido a fazer, baixar e levantar as cuecas dele.
Quando as crianças passam o dia na creche, é óbvio que a educadora se torna fundamental quando se fala em deixar as fraldas. A escola e os pais têm de estar em sintonia, no mesmo momento.
É o que procura fazer-se na Casa da Árvore, escola onde Rita ?? é educadora de infância: «Esperamos que sejam os pais a tomar a iniciativa, que sejam eles a vir ter connosco quando consideram que a criança está preparada. Mas hoje em dia, isso quase nunca acontece. Os pais quase nunca o fazem. Acabamos por ser nós a falar com eles, a dizer que nos parece que é boa altura, que a criança está preparada. Se os pais continuam a não estar para aí virados, porque ainda acham cedo ou porque não têm muita disponibilidade naquela altura, adiamos mais um pouco. Porque neste processo todos têm de estar em sintonia: a criança, os pais, a escola.»
Da sua vasta experiência, Rita deixa alguns conselhos aos pais que estão a iniciar esta aventura:
- mostrar muita satisfação de cada vez que a criança pede para fazer chichi ou cocó e faz no bacio ou na sanita. Valorizá-la e felicitá-la por uma conquista que é sua.
Procure os seguintes sinais antes de tentar tirar-lhe as fraldas:
- já não faz cocó durante a noite
- mantém-se com a fralda seca durante longos períodos, talvez até durante a sesta
- faz uma grande quantidade de chichi (menos vezes) e não pouquinho de cada vez (e muitas vezes)
- adopta hábitos regulares para fazer cocó
- consegue despir-se sozinho, baixar as calças, tirar a fralda, baixar e subir as cuecas
- a criança compreende instruções complexas, que envolvem várias fase (vai ao teu quarto buscar o livro do ruca e põe-o no saco, por exemplo).
- a criança gosta de imitar o comportamento dos mais velhos e repetir aquilo que dizem
- revela auto-domínio
- quer ser como os outros, fazer tudo o que fazem as crianças mais velhas, para ser crescido e se sentir integrado
Gravidez e férias
Em: Gravidez |
15 normas para ter em conta no momento de decidir
Chegou o momento de planear as tão ansiadas férias. E, se bem que numa gravidez normal os riscos não sejam maiores dos que poderiam surgir se ficasse em casa, é importante que antes de decidir a viagem tome algumas precauções.
A gravidez não tem por que alterar a atitude de viajar – por prazer ou por trabalho – que tem a mulher.
No entanto, é importante considerar que tipo de infra-estruturas sanitárias tem o lugar escolhido para desfrutar as férias.
Não devemos esquecer que muitas vezes as urgências aparecem sem aviso prévio. Por isso, é melhor ser precavida.
A seguir sugerimos alguns pontos que não deve esquecer antes de sair de casa.
1 - Se a gravidez é normal e controlada, uma viagem não tem por que aumentar os riscos que toda a gravidez implica. Estes seriam, nem mais nem menos, os mesmos que existem ficando em casa
2 - Se a gravidez é considerada de risco, terá que analisar junto com o obstetra o que é mais conveniente.
3- Deve recordar que os bebés nascem quando eles querem, e que as urgências aparecem sem aviso prévio. Por isso, é importante averiguar que infra-estruturas sanitárias tem o lugar escolhido para as férias.
4 - Se no momento de começar as férias estiver na semana 38 e se o seu bebé lhe ocorrer nascer, já pesaria entre 2,5 e 3 quilos. Com esse peso é pouco provável que apresente alguma complicação. De modo que não há problema em viajar se já está de termo, mas é possível que o bebé não nasça onde tinha planeado.
5 - Se o bebé fosse prematuro, as coisas seriam um pouco mais difíceis. Por exemplo, se nascesse na semana 30, teria o peso de um quilo a um quilo e meio, e neste caso seria imprescindível contar com um bom equipamento de saúde tanto no campo obstétrico 7 - como neonatológico (aqui a tecnologia é vital). Obviamente, a situação seria menos complicada se estivesse em sua casa, ou pelo menos, próximo da maternidade escolhida.
6 - Há que ter em consideração que se nasce prematuro, o bebé deverá permanecer internado, no local onde nascer, não menos de 30 a 60 dias (de acordo com o peso que tiver ao nascer), até que alcance o peso adequado. Nesta situação vale a pena sacrificar essa praiazinha deserta e sonhada do Norte do Brasil ou nas calmas Caraíbas, e optar por lugares onde haja centros de assistência que possam resolver uma emergência neonatológica.
Por outro lado, também é bom pensar nos seus seres queridos ou nos seus outros filhos. Ninguém deixaria o seu bebé em Paris ou no Rio de Janeiro, para ir buscá-lo aos dois meses, quando já pesasse 2 quilos.
7 - Se pensa viajar para o interior do país, consulte o seu Centro de Saúde ou a Seguradora de Saúde para se certificar que o lugar escolhido tem cobertura médica, e como fazer para se pôr em contacto no caso de uma emergência..
8 - Se viaja para o estrangeiro, também deverá assegura-se de contar com a cobertura da Segurança Social ou seguro médico.
São muito poucos os sistemas de saúde que oferecem cobertura estando no estrangeiro, e quando o fazem, geralmente, restringem-se aos países limítrofes, ou aplicam restrições de acordo com as semanas de gestação (geralmente cobrem só a primeira metade da gravidez). Para algumas companhias de seguros a gravidez é considerada como uma doença pré-existente.
Se não tem cobertura, é vital que antes de sair de casa, faça um seguro de saúde de viagem. Não são muito baratos, mas no caso de serem necessários, o benefício será muito maior do que o custo.
9 - Se planeia viajar de automóvel, é aconselhável que a cada duas ou três horas faça uma paragem no caminho para andar um bocado, e de seguida, esvaziar a bexiga. E porque não aproveitar também para tomar alguma coisa fresca? A viagem não é um trâmite necessário para chegar ao destino, mas sim uma parte das merecidas férias.
10 - Se tem pensado em viajar de avião, a experiência indica que não existe nenhum risco para a mamã, nem para o bebé. No entanto, é recomendável voar em aviões com cabinas pressurizadas (todos os jactos de linhas programadas as têm) para evitar os efeitos da falta de oxigénio. Durante o voo, recomenda-se beber água, já que a humidificação das cabinas dos aviões é bastante escassa.
11 - Geralmente, as empresas de aviação aplicam restrições quando as grávidas se encontram relativamente perto da data prevista do parto (ou seja, a partir do sétimo mês). Nestes casos, a responsabilidade é passada para o obstetra, que deverá assinar um termo de responsabilidade que autorize o voo.
12 - Se o voo que irá realizar é longo, não fique sentada muito tempo. Embora não seja demasiado divertido nem cómodo, levante-se e caminhe. Isso evitará que as pernas e os pés inchem demasiado. Em vez de ler ou olhar pela janela, aproveite as indicações de segurança no voo que os comissários de bordo e o comandante explicam.
13 - Como nem sempre se pode caminhar durante o voo (porque as hospedeiras estão a ocupar o corredor com o carrinho de serviço, ou porque há ordem de permanecer sentada com o cinto de segurança colocado), é conveniente que quando estiver no seu assento realize exercícios suaves com as pernas e os pés, em especial com os dedos.
Faça movimentos de rotação com os pés para fora e para dentro (duas ou três sessões de 10 a 15 rotações). Estes exercícios evitam a formação de coágulos sanguíneos; ou seja, o famoso síndroma da classe turística.
14 - Trate de chegar cedo ao aeroporto (aproximadamente, 40 minutos antes do necessário), e quando fizer o check in avise o funcionário que está grávida, para que lhe reserve o primeiro banco.
Os bancos onde se encontram as saídas de emergência têm mais espaço à frente o que lhe permite viajar mais cómoda e com as pernas esticadas; no entanto, por razões de segurança perante uma eventual emergência aérea, de acordo com os regulamentos aeronáuticos nesses lugares não devem viajar mulheres grávidas, idosos, crianças e bebés.
De todas as maneiras, o funcionário da companhia certamente lhe oferecerá a melhor localização possível
15 - Não tenha medo de passar pelo detector de metais nem que a examinem com o equipamento manual. Isto não implica risco algum nem para si nem para o seu bebé. Devido ao facto de serem campos magnéticos, estes equipamentos activam-se ao ser atravessados por objectos metálicos, mas não há perigo porque actuam mediante radiações não ionizantes (as ionizantes são as que emitem os aparelhos de raio X ).
Revista Papá, Mamã & Eu
Febre muda a cor da roupa do bebé - «Babyglow» muda de cor se a temperatura do corpo ultrapassar os 37 graus
Em: Notícias, Saúde Bebé |
Chris Ebejer, um britânico de 42 anos, livrou-se da vida atrás do balcão graças à criação de uma roupa que mede a febre dos bebés. O «Babyglow» cresce com o bebé e muda de cor se a temperatura da criança ultrapassar os 37 graus.
Com a invenção do «Babyglow», Chris assinou um contrato de 12,5 milhões de libras.
Segundo o jornal Telegraph, a criação da roupa que serve a crianças até 24 meses, durou seis anos e será comercializada a partir de Outubro, no Reino Unido.
Feito com algodão que se ajusta ao corpo do bebé, o «Babyglow» contém pigmentos sensíveis ao calor que passam de rosa, verde ou azul para branco.
Chris pretende fabricar 900 mil unidades desta invenção e comercializá-la em todo o mundo. O preço do «Babyglow» rondará os 23,50 euros.
Música diminui dor dos bebés prematuros
Em: prematuros |
A música reduz a dor e incentiva a alimentação de bebés prematuros, revela um estudo publicado nos “Archives of Disease in Childhood”.
Investigadores da University of Alberta verificaram que a música tem efeitos benéficos em determinados parâmetros fisiológicos, estados comportamentais e na redução da dor durante alguns procedimentos médicos a que os bebés prematuros são submetidos.
Investigadores liderados por Manoj Kumar analisaram dados de nove ensaios: seis deles avaliavam o efeito da música nos bebés que eram submetidos a procedimentos dolorosos, como a circuncisão e o teste do pezinho para obter amostras de sangue, um ensaio avaliava o efeito na taxa de alimentação dos bebés e os dois outros verificavam o efeito na estabilidade fisiológica e comportamental dos mesmos.
O ritmo cardíaco, a frequência respiratória, a saturação de oxigénio e a dor foram medidos para avaliar o benefício da música.
O estudo revelou que, nos ensaios que envolveram a circuncisão, a música teve efeitos benéficos no ritmo cardíaco, na saturação de oxigénio e na dor. Os ensaios que envolveram o teste do pezinho também mostraram que a música conduzia à diminuição da dor. Foi ainda observado que a música melhorava a taxa de alimentação dos bebés.
De acordo com declarações de Manoj Kumar ao sítio HealthDay, "embora ainda seja necessária mais investigação nesta área, o estudo mostra que existem métodos simples e de baixo custo que podem ajudar a saúde dos bebés prematuros”
Parceiros sociais europeus assinam revisão do acordo-quadro de licença parental
Em: Direitos, Licença de Parentalidade |
A Comissão Europeia anuncia em comunicado que o novo acordo quadro-celebrado pelos parceiros sociais europeus alarga o período de duração da licença parental de três para quatro meses por progenitor e é aplicável a todos os trabalhadores por conta de outrem, independentemente da forma que o respectivo contrato assuma.
Constitui o resultado de seis meses de negociações entre os parceiros sociais e reflecte as alterações que a sociedade e o mercado do trabalho sofreram desde a assinatura do primeiro acordo quadro sobre a licença parental, em 1995.
Vladimír Špidla, o comissário que tutela o Emprego, os Assuntos Sociais e a Igualdade de Oportunidades, estava presente esta ontem por ocasião da assinatura oficial. «Este acordo é a prova de que a parceria social europeia funciona e produz resultados concretos para os trabalhadores e as empresas na Europa», salientou Vladimír Špidla, tendo depois acrescentado:
«Este acordo aborda directamente um dos objectivos prioritários para a igualdade entre homens e mulheres, demonstrando também que existe uma vontade de encontrar soluções para melhorar o equilíbrio entre vida familiar e vida profissional, sem deixar de ter em conta a diversidade dos quadros normativos nacionais, das práticas e das tradições».
O novo acordo quadro sobre a licença parental foi assinado esta manhã pelos parceiros sociais europeus: CES, BUSINESSEUROPE, CEEP e UEAPME. Este novo acordo
• alarga o período de duração da licença parental de três para quatro meses por progenitor, sendo que um desses quatro meses não será transferível de um progenitor para o outro;
• clarifica que é aplicável a todos os trabalhadores, independentemente da forma que o respectivo contrato assuma (trabalho a termo, a tempo parcial, etc.);
• oferece igualmente aos progenitores que voltam ao trabalho após a licença parental a possibilidade de pedirem a adaptação das suas condições de trabalho (em termos de horas de trabalho, por exemplo);
• confere maior protecção não só contra o despedimento, mas também contra qualquer forma de tratamento desfavorável por motivos de exercício do direito à licença parental.
Cabe agora à Comissão examinar as disposições do acordo e propor ao Conselho, antes do Verão, a sua execução através de uma directiva, em aplicação do disposto no Tratado sobre o diálogo social. A directiva deve ser adoptada no Conselho por maioria qualificada.
Contexto Após as duas fases de consulta sobre a conciliação da vida privada, profissional e familiar, que envolveram os parceiros sociais europeus, as organizações relativas ao diálogo social interprofissional optaram pela negociação de um acordo que abrangesse a licença parental.
O resultado foi o primeiro de todos os acordos quadro a nível comunitário, celebrado em Dezembro de 1995 e a que se seguiu uma directiva do Conselho em 1996 (Directiva 96/34/CE).
Cerca de 15 anos mais tarde, considerando que era chegado o tempo de actualizar o conteúdo do referido acordo, os parceiros voltaram a sentar se à mesa para elaborarem uma versão revista do mesmo. As negociações tiveram início em Setembro de 2008 e foram concluídas em Março de 2009.
Boppy
Em: Acessórios do bebé |
Caro Baby Boom,
Estou escrevendo-lhe para falar deste produto que foi lançado na Europa, a almofada para aleitamento Boppy.
Esta é muito útil para as recém-mamãs, nomeadamente as que sentem algumas dificuldades relacionadas com a amamentação, tais como: a sua posição e a do bebé, o contacto entre ambos (bonding), etc..
Boppy dispõe de um conjunto de capas intercambiáveis que a tornam agradável e sobretudo, higiénica. É possível visualizá-las no website: www.boppyworld.com.
Boppy também é muito útil para apoiar o bebé no momento em que aprende a sentar-se e depois, quando começa a gatinhar: a sua versatilidade faz deste produto, o único a ganhar seis vezes o título de melhor produto para a Infância na América.
Além disso para todas as recém-mamãs, cansadas das sogras intrusivas e cansadas de receber conselhos inadequados, foi criado o “Mom’s Revenge” www.momsrevenge.com o jogo online através do qual as mães podem rir de si mesmas e dos embaraços que a chegada de um bebé a casa pode criar.
Um diabrete na praia!
Em: Crianças, Praia, Segurança infantil |
As crianças necessitam de uma vigilância e cuidados permanentes.
Uns dias de férias com uma criança na praia não se podem considerar de descanso para os pais. Nesta idade as crianças são irrequietas e curiosas por natureza e, num minuto, podem desaparecer da nossa vista.
Perigos e perigos...
Para além do perigo mais evidente que é o desaparecimento repentino de uma criança, que se mistura em segundos, na multidão de veraneantes e não sabe como retornar ao local onde se encontram os pais, há também o medo de que a criança possa ser molestada por alguém. Mas, existem outros perigos, de que os pais muitas vezes se esquecem e que é necessário que estejam permanentemente atentos.
A água
Embora existam crianças que têm medo da água, a maioria adora chapinhar à beira-mar, pelo que , mesmo que as águas sejam calmas, os pais nunca devem permitir que uma criança esteja à beira-mar, sem que um adulto esteja ao seu lado permanentemente. Se a criança está à beira-mar, os pais para maior segurança, devem vestir-lhe um colete de flutuação, assim, mesmo que uma onda maior possa arrastar a criança, estes terão uns minutos mais para a ir buscar.
As crianças, porque não sabem avaliar o perigo, correm facilmente para a água quando uma bola lhes foge ou quando o seu brinquedo insuflável é arrastado pelo vento. Assim, os pais além da vigilância permanente que deverão manter, devem ter atenção aos brinquedos que a criança está a utilizar, verificar se são adequados e ter particular cuidado com qualquer brinquedo insuflável que possa ser levado facilmente pelo vento – a criança vai de certeza atrás, mesmo que tenha que entrar na água.
Os colchões e as bóias são elementos pouco convenientes para oferecer a uma criança pequena, mesmo em águas paradas, como por exemplo as de uma piscina. Um golpe de vento ou a deslocação da água provocada por um mergulho ou por um nadador mais vigoroso, podem muito facilmente fazer com que uma criança se desequilibre ou que um colchão se volte. Em segundos, uma criança pode afogar-se.
A areia
Caminhar na areia tem muitas vantagens para as crianças pois permite-lhes fortalecer os músculos das pernas ao tentarem manter o equilíbrio. Andar na areia ajuda ainda à formação do arco plantar pois, por ser um piso fofo, adapta-se como uma palmilha aos seus pés. No entanto, não há “bela sem senão” e a areia pode representar um dos maiores perigos para a saúde da criança. Por isto, os pais devem ir sempre para praias distinguidas com bandeira azul. A bandeira azul credita a praia (águas e areal) dando uma maior certeza de que esta está livre de possíveis contaminações.
Contudo, mesmo em praias com bandeira azul os pais devem sempre verificar se com a maré, não chegaram detritos perigosos à beira mar. Entre eles, muito especialmente, materiais cortantes ou animais mortos (gaivotas ou peixes) pois, a criança nas suas brincadeiras pode tocar-lhes e molestar-se.
Os insectos
Existem praias em certas zonas do país muito atreitas a insectos e para evitar que os insectos piquem as crianças os pais devem seguir os seguintes procedimentos:
- Utilizar um repelente de insectos, adequado
- Evitar que a criança utilize cremes ou protectores solares perfumados
- Evitar as cores fortes como o vermelho ou amarelo pois estas cores atraem os insectos
- Não ficar perto de locais onde a polinização seja intensa
- Não ficar perto de locais (caixotes do lixo) onde existam restos de alimentos ou de onde se desprendam odores fortes,
A protecção solar
A pele das crianças é muito sensível às radiações solares e o processo de desenvolvimento de melamina ainda não está totalmente desenvolvido. Por isto deve seguir algumas medidas preventivas:
- Durante os primeiros dias de praia, a criança deve ter uma exposição solar gradual
- Nunca fique na praia nas horas de maior radiação solar (11-16 horas)
- Vista sempre à criança uma t-shirt e coloque-lhe um chapéu ou um boné
- Não se esqueça de aplicar um protector solar adequado meia hora antes da exposição solar (antes de sair de casa) e de o renovar a cada duas horas.
- Mantenha a criança num local arejado para que não transpire demasiado. O excesso de sudação para além de poder provocar desidratação, pode também provocar eritemas.
Praia vigiada significa segurança
Não vá para nenhuma praia que não seja vigiada, mesmo que esta seja um verdadeiro paraíso, pois para além de correr riscos desnecessários, se acontece um pequeno acidente (uma picada de um peixe aranha, ou o toque numa medusa) não terá quem vos ajude com a urgência necessária.
Ao sol... mas com cuidado!
Em: Crianças, Cuidados, Praia |
Lembramos-lhe algumas medidas de prevenção a ter em conta
Com o aproximar do Verão… vem o tempo quente, cheio de sol, calor e praia. Por isso, é importante a protecção solar adequada nesta altura do ano, de forma a prevenirmos o risco de cancro de pele.
As crianças não têm noção dos riscos que correm, logo os pais devem compreender a importância da protecção solar, devendo lembrar algumas medidas:
• Evitar a exposição solar durante os primeiros 6 meses de vida (se possível durante 1 ano) e particularmente entre as 11 e as 17 horas;
• Usar protector solar com índice de protecção elevado (factores 50+);
• Os protectores solares devem ser colocados em casa, em todo o corpo e de forma homogénea, e deve ser renovada a sua aplicação a cada 2 horas ou após banhos na água;
• É indispensável o chapéu de abas largas na cabeça, roupa larga e branca de algodão vestida e se possível óculos de sol apropriados para crianças (pois as raios solares são reflectidos na areia e na água);
• Não esquecer o chapéu-de-sol (para fazer sombra);
• Oferecer líquidos em maior quantidade, para evitar a desidratação.
Se não seguir estas sugestões, pode ocorrer uma insolação, mais vulgarmente conhecido por escaldão, devido à exposição prolongada ao sol. Devido a esta insolação, pode ocorrer dores de cabeça, tonturas, vómitos e desmaio...
Marco Batista
Licenciado em Enfermagem
projectobebemais.blogs.sapo.pt
Quando introduzir os primeiros alimentos sólidos?
Em: Alimentação, Bebés |
Alguns pediatras recomendam aos quatro meses e outros aos seis.
Poderá começar a ouvir sugestões de avós, ou amigas ansiosas por ajudar, para introduzir os primeiros alimentos sólidos.
Alguns pediatras continuam a recomendar que os alimentos sólidos devem começar aos 4 meses, embora muitos actualmente aconselhem aguardar até aos 6 meses. Até iniciar a transição, todas as necessidades nutricionais do seu bebé são colmatadas através do leite materno ou do leite de substituição. Por volta dos 4 a 6 meses, o sistema digestivo do bebé está finalmente pronto a aceitar alimentos sólidos como outro elemento da sua dieta.
A aptidão para os alimentos sólidos depende do calendário próprio de cada bebé. Eis alguns sinais que pode observar:
• O bebé quer algo mais que leite e continua a ter fome mesmo depois de ter mamado oito a dez vezes por dia.
• O bebé começa a ter movimentos de mastigação e os dentes começam a aparecer.
• O bebé consegue controlar a cabeça e mantê-la direita e firme.
• O bebé duplicou o seu peso de nascença.
A maior parte dos pediatras recomenda que comece pela papa de cereal de arroz, que é menos alergénica que os outros alimentos. Comece com uma refeição de cerca de uma colher de sopa de cereal por dia, misturada com leite materno ou leite de substituição. Após um mês ou dois, pode começar a introduzir novos alimentos, com intervalos de 2-3 dias. Isto permite ao seu bebé habituar-se aos novos sabores e ajuda-a a detectar qualquer reacção alérgica a um novo alimento. Obviamente, o seu bebé continuará a precisar do leite materno ou de substituição até ter um ano, uma vez que os alimentos sólidos não substituem os nutrientes vitais fornecidos pelo leite materno ou pelo leite de substituição, e o leite de vaca não é tolerado até aos 12 meses.






